O Processo de Autodepuração do Ribeirão Tatu: Modelagem e Simulações

Elaine Cristina Catapani Poletti, Amanda de Cassia da Cunha

Resumo


A contaminação dos mananciais é principalmente consequência das atividades antrópicas, em decorrência dos diversos resı́duos gerados e dos lançamentos de efluentes. Diante deste cenário, os rios e outros ambientes aquáticos possuem uma capacidade natural de se recuperarem, denominada potencial de autodepuração hı́drica. O objetivo deste trabalho foi o de estudar a capacidade de autodepuração do ribeirão Tatu, Limeira-SP, via modelagem matemática e simulações computacionais. O modelo utilizado é clássico em estudos desta natureza e é conhecido como modelo de Streeter & Phelps. Para a geração dos cenários e análise do comportamento da autodepuração do ribeirão, análises da Demanda Bioquı́mica de Oxigênio (DBO) e do Oxigênio Dissolvido (OD) foram realizadas. Os resultados confirmam o problema de contaminação do ribeirão em alguns trechos, apresentam a eficiência de remoção de matéria orgânica no manancial, e reforçam a necessidade de controle de descartes para a melhoria de seu enquadramento na legislação vigente.


Palavras-chave


Contaminação Hidrica, Modelagem Matemática, Potencial de Autode-puração, Simulações e Geração de Cenários.

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DOI: https://doi.org/10.5540/03.2017.005.01.0069

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