População modelada por autômatos celulares e estruturada em grupos

Aurélio Briani Matias Ramos, Pedro Henrique Triguis Schimit

Resumo


Quando populações são usadas em estudos epidemiológicos, os contatos entre indivı́duos são realizados de dois a dois, ou seja, um indivı́duo suscetı́vel à doença encontra um indivı́duo infectado que a propaga e há uma probabilidade de infecção por parte do indivı́duo suscetı́vel [2]. Isso não representa a realidade dos contatos entre indivı́duos de uma população. Imagine uma pessoa que usa transporte público para chegar ao escritório do trabalho, e estuda à noite. Ela faz parte de diferentes grandes grupos ao longo do dia, e se em algum desses grupos há pessoas infectadas, há uma probabilidade de infecção, ou seja, um indivı́duo pode ter contato com uma grande quantidade de pessoas dentro de grupos, não necessariamente em contatos dois a dois. Portanto, o objetivo do trabalho é modelar uma população que contemple movimentações dos indivı́duos para formação de grupos. Usa-se um Autômato Celular (AC) bi-dimensional de dimensão n × n = N em que cada célula do reticulado representa um indivı́duo. Para evitar efeitos de borda, a coluna de células da esquerda se conecta com a coluna de células da direita, assim como a linha superior à linha inferior, formando uma superfı́cie toroidal.[...]


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